Paraíso natural. Santuário ecológico.
Essas expressões são insuficientes para descrever a beleza do Arquipélago de Fernando de Noronha, na Costa Nordeste do Brasil.
Ele é formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos que atraem visitantes do mundo inteiro.
Descoberto em 1503 por Américo Vespúcio, o arquipélago foi presenteado pelo rei de Portugal ao nobre Fernão de Noronha, mudando para Fernando de Noronha séculos mais tarde.
Depois de um período de abandono e invasões, em 1737 os portugueses retomaram a posse do arquipélago.
Por quase dois séculos Noronha foi uma colônia penal, famosa pela crueldade. Em seguida, por 45 anos, o arquipélago foi administrado pelos militares.
Até que em 1988 passou a integrar o estado de Pernambuco e foi declarado Parque Nacional. Foram criadas leis para a preservação ambiental e controle do turismo.
A flora e a fauna da região são riquíssimas, com várias espécies endêmicas. Em suas águas nadam os alegres golfinhos rotadores e também os mansos tubarões lambaru.
Nas praias, biólogos do Projeto Tamar preservam as tartarugas marinhas.
Hoje a população de Noronha participa desse espírito ecológico e ajuda a orientar os turistas para que os segredos e belezas do arquipélago continuem a surpreender muitas gerações.