In Language Learning,
Two Are Better Than One




Language Learning is Not a Solo Performance




Aprendizagem de Idiomas: Melhor É Serem Dois Do Que Um
Language Learning: Two Are Better Than One

Em minha estante repousa um livro intitulado ‘Taquigrafia Sem Mestre’. Ao seu lado, ‘Gaita Sem Mestre’.

Por isso, vejo que a probabilidade de um curso ‘sem mestre’ acabar como coletor de pó num canto da casa é enorme.

Sabe por quê?

Porque sem alguém que te providencie um feedback adequado e constante, você vai falar com as paredes? E quando você estiver de baixo astral, quem estará lá para te encorajar?

Outro benefício do estudo em dupla é que firmamos um compromisso em relação ao horário e às etapas do estudo.

Quando eu era adolescente (E olha que já faz um tempão!) um amigo meu e eu decidimos fazer uma corrida.

Sem qualquer aquecimento, partimos em disparada. Minutos depois, aquela dor do lado. Continuamos.

Bufando feito dois cavalos - ou ‘burros’ – chegamos à metade do caminho. Fizemos meia-volta.

Mesmo sentindo dor, pensava comigo:

“Não posso estragar a corrida dele...”

Ao terminarmos, compartilhei a dor que havia suportado. Ele me disse que havia sentido o mesmo, o que me fez perguntar:

“– Por que você não parou no caminho?”

E logo veio a resposta:

“– Eu não queria estragar sua corrida!”

(Por que não aplicar o mesmo princípio ao aprendizado de idiomas?)

In my bookshelf there is a book called ‘Learn Shorthand by Yourself’. Besides it, ‘Learn the Harmonica by Yourself’.

It shows me that the probability of a ‘by yourself’ course become a dust collector in a corner of my house is simple huge.

Have you ever asked why?

Because without a friend to give you a constant and suitable feedback, are you going to talk to the walls? And when you are feeling down, who is going to be there to lift you up?

An additional benefit of studying together is the commitment we build towards a set schedule and the studying stages.

When I was a teenager (What a long time!) a friend of mine and I decided to go jogging.

With no warm up at all, we immediately started running. Minutes later, my belly was hurting. We kept on.

Breathing like horses – or donkeys – we got half way through. We turned around at once and started the way back.

Though suffering with pain, I thought to myself:

“I can’t spoil his jogging...”

As we finished, I shared with him how I had felt. He told me he had being through the same, what make me ask him:

“Why didn’t you stop on the way?”

His reply was simply:

“I couldn’t spoil your jogging.”

(Why not to apply the same principle to language learning?)




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