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Controlling requires the constant presence of teachers. Real changes can’t be a result of fear.
But there are two exceptions:
1) The student decides to assume specific values by a subjective decision, as a result of personal discovery. It soon becomes an internal paradigm.
2) The educator is a qualified model and, sometimes, the example for the pupil. Words fly, but models stay and “carry”.
Learners can spend 100% of their potentiality for a cause, when the learning is supported by internal paradigms.
Educators, in their stumbling journey, face difficult trials. Current systems can’t provide them with a sense of safety
Young men are told to control their emotions. Their social motto, ‘get rid of people’, sets a pattern for their future. The environment becomes explosive. The emotions, not always under control, express their own violence. Domestication can't produce a colaborative life.
Educators tend to think and feel according to external patterns. "Good education”, indirectly, disturbs the full achievement of human development...
Young women also feel resistance to fulfill their potential. Through external paradigms, educators expect that they openly express feelings and emotions, without censoring or imposition.
Young women express their emotions. Sometimes they take extremist positions when living in groups.
Young women tend to group harmonization. Their stress increases, mainly by jealousy. The psychological, moral and ethic disturbs generalized, cause the anxiety that ruins educators emotional safety.
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A imposição exige presença constante do educador. Mudanças verdadeiras não podem ser geradas pelo medo.
Existem, porém, duas ressalvas:
1) O educando, após reflexão, decide que assumirá determinado valor por decisão subjetiva, atribuindo-lhe descoberta pessoal. Torna-se, então, seu paradigma interno.
2) O educador é modelo qualificado e, às vezes, acabado, daquele limite para o educando. As palavras voam, mas o modelo permanece e “arrasta”.
O educando pode despender 100% de suas potencialidades em favor de uma causa, quando a aprendizagem for sustentada por paradigmas internos.
O educador, em sua caminhada periclitante, depara-se com desafios, aparentemente, intransponíveis. O sistema não lhe proporciona segurança.
O jovem deve suprimir ou domesticar suas emoções. Seu lema social, conforme alertamos, “livrar-se das pessoas”, caracteriza o futuro de sua convivência. O ambiente torna-se explosivo. As emoções, nem sempre controláveis, externizam violência interna e externa. A domesticação não educa para a convivência participativa.
Geralmente, o educando deve pensar e sentir conforme paradigmas externos. A “boa educação”, indiretamente, coloca obstáculos ao desenvolvimento do potencial humano.
As jovens também bloqueiam sua potencialidade. Por paradigmas externos, o educador espera que demonstrem livremente seus sentimentos e emoções, sem censura ou imposição.
O jovem desabrocha suas emoções. Quando convive socialmente, sua força belicosa, muitas vezes, assume posição extremista.
As jovens tendem à harmonização do grupo. Seu estresse evolui, principalmente, quando a convivência desperta ciúmes. Os transtornos psicológicos, morais e éticos, generalizados, oneram a angústia que abala a segurança dos educadores.
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